SCHNAUZER
Padrão Ofi cial da Raça
SCHNAUZER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Fédération Cynologique Internationale
GRUPO 2
Padrão FCI 182
18/04/2007
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Classifi cação F.C.I.:
Grupo 2 Pinscher,
Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses
Suíços e raças assemelhadas
Seção 1 Tipo
Pinscher e Schnauzer
1.2 Schnauzer
Padrão FCI n o 182 18
de abril de 2007.
País de origem: Alemanha
Nome no país de origem: Schnauzer
Utilização: Guarda e companhia
Sem prova de trabalho
Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC
Domingos Josué Cruz Setta
Presidente do Conselho Cinotécnico
Tradução: Suzanne Blum
Revisão: Mirian Wendhausen
Impresso em: 31 de janeiro de 2008.
SCHNAUZER
NOMENCLATURA CINÓFILA UTILIZADA NESTE PADRÃO
1 – Trufa 13 – Perna 25 – Braço
2 – Focinho 14 – Jarrete 26 – P o n t a d o
esterno
3 – Stop 15 – Metatarso 27 – P o n t a d o
ombro
4 – Crânio 16 – Patas
5 – Occipital 17 – Joelho
6 – Cernelha 18 – Linha inferior
7 – Dorso 19 – Cotovelo a – profundidade do peito
8 – Lombo 20 – Linha do solo
9 – Garupa 21 – Metacarpo b – altura do cotovelo
10 – Raiz da cauda 22 – Carpo
11 – Ísquio 23 – Antebraço a + b = altura do cão
12 – Coxa 24 – Nível do esterno na cernelh
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RESUMO HISTÓRICO: originalmente o Schnauzer era usado na região Sul da
Alemanha, como cão de cocheira, porque ele se sentia muito bem em companhia
de cavalos. Ele ansiosamente procurava todos os tipos de roedores para matálos
rapidamente. Muito cedo ganhou o apelido de “caçador de ratos”. Quando foi fundado
o PinscherSchnauzer
Club, no ano de 1895, ele foi inscrito como “Pinscher de Pêlo
Duro”.
APARÊNCIA GERAL: de tamanho médio, forte, mais compacto do que delgado,
de pêlo duro.
PROPORÇÕES IMPORTANTES:
• de construção quadrada, onde a altura da cernelha é quase igual ao comprimento
do corpo.
• o comprimento da cabeça (medido da ponta da trufa ao occipital) corresponde à
metade do comprimento da linha superior (medido da cernelha à raiz da cauda).
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: tem como características típicas: seu
temperamento vivo e sua plácida tranqüilidade. Típico, também, é seu bom caráter,
sua alegria para brincar e sua proverbial devoção ao seu dono. Gosta de crianças, é
incorruptível, atento, mas não barulhento. Seus sentidos altamente desenvolvidos, sua
inteligência, sua grande capacidade para ser treinado, sua coragem, sua perseverança
e resistência ao clima e à doenças, fazem do Schnauzer o melhor cão de família, de
guarda, de companhia e com qualidades de um cão de trabalho.
CABEÇA
REGIÃO CRANIANA
Crânio: forte, longo, occipital não pronunciado. A cabeça deve estar em equilíbrio
com a força do cão. A testa é plana, sem rugas, paralela à cana nasal.
Stop: aparenta ser bem defi nido devido às sobrancelhas.
REGIÃO FACIAL
Tr ufa: bem desenvolvida com narinas largas, sempre preta.
Focinho: terminando em cunha; cana nasal reta.
Lábios: pretos, macios e bem ajustados aos maxilares. Comissura labial fechada.
Maxilares / Dentes: maxilares fortes. Uma completa mordedura em tesoura (42 dentes
brancos de acordo com a fórmula dentária) é fortemente desenvolvida e fi rmemente
fechada. Os músculos da mastigação são fortemente desenvolvidos, mas as bochechas
não devem interferir com a forma retangular da cabeça (com a barba).
Olhos: de tamanho médio, ovais, frontais, escuros, com expressão viva. Pálpebras
bem ajustadas.
Orelhas: caídas, inseridas altas, em forma de V com as bordas internas estendidas
próximas às bochechas, portadas uniformemente, voltadas para a frente em direção
às têmporas. Dobras paralelas, não devem ultrapassar a linha do crânio.
PESCOÇO: forte, musculoso, nobremente arqueado, encaixandose
suavemente na
cernelha. Fortemente inserido, esbelto, de porte nobre, correspondendo à força do
cão. Pele da garganta aderente sem barbelas.
TRONCO
Linha super ior: ligeiramente inclinada da cernelha até a raiz da cauda.
Cernelha: formando o ponto mais alto da linha superior.
Dorso: forte, curto e reto.
Lombo: curto, forte e profundo. A distância da última costela até a garupa é curta
fazendo o cão parecer compacto.
Garupa: ligeiramente arredondada passando imperceptivelmente para a inserção da
cauda.
Peito: moderadamente largo, de diâmetro oval, atingindo os cotovelos. O antepeito
é distintamente marcado pela ponta do esterno.
Linha inferior / Ventre: fl ancos não muito esgalgados, formando uma linha bem
curvada com a parte inferior das costelas.
CAUDA: natural; buscase
que seja portada em forma de sabre ou foice.
MEMBROS
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Anteriores: vistos de frente, as pernas dianteiras são fortes, retas e não demasiadamente
juntas. Vistos de perfi l, os membros anteriores são retos.
Ombros: a escápula é colocada rente à caixa torácica e é bem musculosa em ambos
os lados do osso do ombro, proeminente acima do ponto da vértebra torácica. Os mais
inclinados possíveis e bem colocados formando um ângulo de aproximadamente 50°
com a horizontal.
Br aços: bem rentes ao corpo, fortes e bem musculosos, formando um ângulo de 95°
a 105° com a escápula.
Cotovelos: bem rentes ao corpo, não virando nem para dentro nem para fora.
Antebraços: vistos por todos os lados, completamente retos, fortemente desenvolvidos
e bem musculosos.
Articulação do carpo: forte, fi rme, apenas saliente em relação à estrutura do antebraço.
Metacarpos: vistos de frente, verticais. Vistos de perfi l, ligeiramente inclinados para
o solo, fortes e ligeiramente elásticos.
Patas: curtas, redondas. Dedos bem fechados e arqueados (patas de gato) com unhas
curtas e escuras e almofadas resistentes.
Poster iores: vistos de perfi l, colocados obliquamente; vistos por trás, colocados
paralelamente, mas não muito próximos um do outro.
Coxas: moderadamente longas, largas e fortemente musculosas.
J oelhos: não virando nem para dentro nem para fora.
Per nas: longas e fortes e com tendões evidentes, descendo para um forte jarrete.
J arretes: muito bem angulados, fortes, fi rmes, não virando nem para dentro nem
para fora.
Metatarsos: curtos e verticais com o solo.
Patas: dedos curtos, arqueados e bem fechados. Unhas curtas e pretas.
MOVIMENTAÇÃO: fl exível, elegante, ágil, livre e cobrindo o solo. As pernas
dianteiras alcançam o mais longe possível; as posteriores cobrem o solo e são elásticos
dando a propulsão necessária. Os anteriores de um lado e os posteriores do outro
movimentamse
para frente ao mesmo tempo. O dorso, os ligamentos e as articulações
são fi rmes.
PELE: ajustada sobre todo o corpo.
PELAGEM
Pêlo: deve ser de pêlo duro, de arame e denso. Consiste em um denso subpêlo e uma
pelagem de cobertura não muito curta, deitada rente ao corpo. A pelagem de cobertura
é dura e sufi cientemente longa para poder comprovar sua textura; não deve ser eriçada,
nem ondulada. Nos membros, o pêlo tende a ser menos duro. Na testa e nas orelhas,
é curto. Como características típicas, tem uma barba não muito macia no focinho e
sobrancelhas cerradas que cobrem ligeiramente os olhos.
COR
• preto sólido com subpêlo preto.
• sal e pimenta.
O objetivo da criação, na cor sal e pimenta, é uma nuança média igualmente distribuída,
bem pigmentada e com o subpêlo cinza. São admitidas variações do cinza escuro ao
cinzaprata.
Em todas as variações de cor, deve haver uma máscara escura, que deve
adaptarse
harmoniosamente a respectiva cor, enfatizando a expressão. Distintas
marcas brancas na cabeça, no peito e nos membros são indesejáveis.
TAMANHO / PESO
Altura na cernelha: machos e fêmeas: 45 a 50 cm.
Peso: machos e fêmeas: 14 a 20 kg.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta
e penalizado na exata proporção de sua gravidade. Particularmente:
• cabeça em geral muito pequena ou muito curta;
• crânio pesado ou redondo;
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• rugas na testa;
• focinho curto, pontudo ou estreito;
• mordedura em torquês;
• bochechas e arcadas zigomáticas muito pronunciadas;
• olhos claros, muito grandes ou redondos;
• orelhas de inserção baixa, muito longas ou portadas irregularmente;
• papada;
• barbela. Pescoço estreito (de cisne);
• dorso muito longo, ascendente ou fl exível;
• dorso carpeado;
• garupa caída;
• cauda inclinada em direção à cabeça;
• patas compridas;
• passo de camelo;
• pelagem muito curta, muito longa, macia, ondulada, sedosa; branca ou manchada
ou de outras tonalidades;
• subpêlo marrom;
• nos exemplares sal e pimenta: sela ou uma linha preta sobre o dorso;
• tamanho acima ou abaixo de 1cm.
FALTAS GRAVES
• estrutura pesada ou leve. Pernalta ou pernas curtas;
• características sexuais invertidas;
• cotovelos virados para fora;
• posteriores retos ou em barril;
• jarretes de vaca;
• tamanho acima ou abaixo em mais de 1 cm e menos de 3 cm;
FALTAS DESQUALIFICANTES
• tímido, agressivo, violento, comportamento exageradamente desconfi ado ou
nervoso;
• qualquer tipo de deformidade;
• falta de tipicidade da raça;
• falta na mordedura, como prognatismo superior ou inferior ou torção de mandíbula;
• defeitos graves em partes individuais, como defeitos de estrutura, de pelagem e
de cores;
• tamanho acima ou abaixo em mais de 3 cm;
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualifi cado.
FONTE : GOOGLE
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